Trote causa indignação nos moradores.

Um trote de estudantes do curso de Biologia da Unifal, causou indignação nos moradores no entorno da Unifal. Muitos ligaram para universidade e policia denunciando a prática machista.Com o refrão orgia, putaria, biologia,  era possivel ver veteranos forçando os calouros a beber cachaça.

Uma aluna passou mal e foi internado.

Brincadeira ou constrangimento: mesmo proibidos por lei, os trotes universitários não deixaram de existir em Alfenas. É comum ver nesta época estudante pedindo dinheiro no centro da cidade.

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A Unifal-MG coíbe o trote.

 

      Frente aos banhos de lama, tinta e ovos em calouros da Unifal-MG e à circulação destes estudantes em ruas e outros locais públicos dos municípios onde a universidade atua, pedindo esmolas ou se submetendo a outras formas de humilhação e constrangimento, a Unifal-MG esclarece que seu Regimento Geral proíbe a prática do “trote” e que os alunos envolvidos em atos que o caracterizam praticam infração passível de suspensão ou até mesmo expulsão.

 

      Esclarece ainda que, desde julho de 2008, por meio da Resolução do Conselho Superior 021/2008, proíbe qualquer forma de “trote” praticado por seus estudantes dentro ou fora de seus câmpus, ainda que com consentimento do calouro. Esta mesma resolução exige que seus servidores e acadêmicos denunciem discentes envolvidos na prática do trote à comissão responsável pela recepção dos calouros.

 

      Denuncie:

      (35)3299 1077 ou

      extens@unifal-mg.edu.br

http://www.unifal-mg.edu.br/extensao/?q=unifal_coibe_trote

UFMG pede parecer da AGU sobre punição a autores de trote racista

Os estudantes envolvidos no trote podem ser expulsos da universidade. A punição será anunciada em até 30 dias

 

Jovem aparece acorrentada, com o corpo pintado e carregando uma placa na qual se lê Caloura Chica da Silva

 

 

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encaminhou nesta terça-feira à Advocacia Geral da União (AGU) o relatório elaborado perla comissão de professores responsável por apurar um trote com conotação racista na instituição. O escritório da AGU dentro da universidade terá um prazo de até 30 dias para apontar quais serão as punições aos estudantes envolvidos.

 

Segundo a universidade, eles podem receber desde uma advertência até a expulsão da instituição. A comissão de sindicância da UFMG, composta de três professores do curso de direito, investigou o caso durante 60 dias.

 

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Conselho repudia trote 'racista' na UFMG e indicação de Feliciano

UFMG repudia suposto trote com saudação nazista e ato racista

O trote na Faculdade de Direito da UFMG foi considerado racista depois de duas fotos terem sido publicadas nas redes sociais. Na primeira imagem, uma jovem está pintada de preto com um cartaz de papelão escrito “Caloura Chica da Silva” – em referência à escrava que viveu no século 18 e entrou para a história brasileira . A moça está acorrentada pelas mãos e um rapaz sorri enquanto segura a corrente.

 

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