Alfenas registra óbito por H1N1

Coordenação de Vigilancia Epidemiológica, informou que em  2013 teve dez casos notificados no sistema de Informação e confirmados três dos casos. Destes dois evoluíram para óbitos, sendo um dos casos do município de Alfenas.
 
Em relação à vacinação contra influenza está disponibilizada nas salas de vacinas conforme critérios estabelecidos pelo ministério da saúde, sendo a população alvo: crianças de 06 meses a menores de dois anos, gestantes, puérperas, trabalhadores de saúde e idosos.

É de suma importância que se vacine 80% do grupo acima citado, considerado de maior vulnerabilidade para o adoecimento e complicações pela doença. No momento estamos com cobertura vacinal nestes grupos conforme o quadro abaixo citado e diante disso reforçamos a importância destes procurarem as salas de vacina:
 

Crianças Gestantes Puérperas Idosos Trabalhadores de saúde

92,84% 89,97%                    65,22%                  76,87%         101,87%

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Dicas

•Lave as mãos frequentemente com água e sabão;

•Ao tossir ou espirrar, cubra a boca com a parte interna do braço;

•Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;

Em casos de suspeita de gripe, procure seu médico ou a unidade de saúde mais próxima.

Temos que destacar que o uso do oseltamivir ou tamiflu é administrado com critérios, sendo este articulado a distribuição no município após prescrição pelo profissional, o médico. 

Coordenação de Vigilancia Epidemiológica, não informou a idade dos pacientes, quando aconteceu os óbitos e qual a cidade do segundo óbito.

Número de mortes por H1N1 sobe para 11 em Minas Gerais

Em dez dias, oito óbitos foram registrados no estado.

Uma pessoa também morreu vítima da gripe B.

 

 

Secretaria de Saúde confirma terceira morte por H1N1 em Minas Gerais

O número de mortes em decorrência da infecção pelo vírus influenza A (H1N1) subiu para 11 em Minas Gerais, informou a Secretaria de Estado de Saúde nesta sexta-feira (14). Em relação ao balanço divulgado em 4 de junho, oito novos óbitos foram registrados no estado, o que representa aumento de mais de 72% em dez dias. A gripe, mas do tipo B, também provocou uma morte em Minas.

 

De acordo com a secretaria, os casos ocorreram em Alterosa, Andradas, Belo Horizonte, Brumadinho, Curvelo, Extrema, Ouro Branco, Pouso Alegre, Ribeirão das Neves, Sacramento e Uberaba. Em cada uma dessas cidades, foi registrado um óbito, a exceção de Belo Horizonte, onde duas pessoas morreram.

 

Das vítimas, duas tinham menos que dois anos; uma tinha entre dez e 19, uma tinha entre 20 e 29, três tinham entre 30 e 39, duas tinham entre 40 e 49 e três tinham entre 50 e 59.

 

Em 2012, foram registrados 187 casos da doença e 47 óbitos.

A gripe H1N1, ou influenza A, é provocada pelo vírus H1N1 da influenza do tipo A. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína, que infectaram porcos simultaneamente.

 

O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A transmissão pode ocorrer antes de aparecerem os sintomas. Ela se dá pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. Experiências recentes indicam que esse vírus não é tão agressivo quanto se imaginava.

 

Segundo a OMS e o CDC (Center for Deseases Control), um centro de controle de enfermidades, nos Estados Unidos, não há risco de esse vírus ser transmitido através da ingestão de carne de porco, porque ele será eliminado durante o cozimento em temperatura elevada (71º Celsius).

 

Sintomas

 

Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia.

 

Diagnóstico

 

Existem testes laboratoriais rápidos que revelam se a pessoa foi infectada por algum vírus da gripe. No caso do H1N1, como se trata de uma cepa nova, o resultado demora aproximadamente 15 dias. No entanto, nos Estados Unidos, já foram desenvolvidos “kits” para diagnóstico, que aceleram o processo de identificação do H1N1.

 

Vacina

 

A vacina contra a influenza tipo A é feita com o vírus (H1N1) da doença inativo e fracionado. Os efeitos colaterais são insignificantes se comparados com os benefícios quepode trazer na prevenção de uma doença sujeita a complicaçõesgraves em muitos casos.

 

Existe ainda uma vacina com ação trivalente, poisimuniza contra o H1N1e o H3N2 dainfluenza A e contra o da influenza B.

 

É bom lembrar que avacina contra gripe sazonal que está sendo distribuída atualmente no Brasil foi preparada a partir de uma seleção de subtipos de vírus que representavam ameaça antes de aparecer o H1N1, uma variante nova de vírus influenza tipo A.

 

Tratamento

 

É de extrema importância evitar a automedicação. O uso dos remédios sem orientação médica pode facilitar o aparecimento de cepas resistentes à medicação Os princípios ativos fosfato de oseltamivir e zanamivir, presentes em alguns antigripais (Tamiflu e Relenza) e já utilizados no tratamento da gripe aviária, têm-se mostrado eficazes contra o vírus H1N1, especialmente se ministrados nas primeiras 48 horas, que se seguem ao aparecimento dos sintomas.

 

Recomendações

 

Para proteger-se contra a infecção ou evitar a transmissão do vírus, o Center Deseases Control (CDC) recomenda:

 

* Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool;

 

* Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;

 

* Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;

 

* Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;

 

* Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;

 

* Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;

 

* Procurar assistência médica se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus da influenza tipo A.

 

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