Motoristas reclamam de demora e segurança em obras na BR-459

Obras de recapeamento provocam demora em trechos da BR-459 (Foto: Reprodução EPTV)

Obras de recapeamento provocam demora em trechos da BR-459 (Foto: Reprodução EPTV)

Motoristas que precisam passar pela BR-459 estão reclamando da demora causada por obras que acontecem em dois trechos da pista. O asfalto da rodovia que liga Poços de Caldas (MG) a Wenceslau Braz (MG) está sendo trocado. Por isso, o trânsito segue de forma alternada em apenas meia pista. Cada parada leva de 10 a 15 minutos. No entanto, como há mais de um ponto em obras, a espera pode ser maior.

As obras foram iniciadas em dois trechos: o primeiro é entre os municípios de Poços de Caldas (MG) e Caldas (MG) e o segundo, entre Pouso Alegre (MG) e Santa Rita do Sapucaí (MG). Além da demora, muita gente tem reclamado da falta de segurança.

Nesta semana, houve um engavetamento no quilômetro 107. O motorista de uma carreta perdeu o controle e atingiu um caminhão, que acabou batendo na traseira de um carro. Ninguém ficou ferido. Mesmo assim, a Polícia Rodoviária Federal alerta para o risco de acidentes, principalmente quando o fluxo de veículos é liberado.

“É muita gente querendo ultrapassar ao mesmo tempo, normalmente em locais proibidos, em faixas contínuas. Lembrando que essas multas subiram e não foi por causa da arrecadação e sim porque a ultrapassagem gera um acidente de colisão frontal, que normalmente é fatal”, diz o inspetor da Polícia Rodoviária Federal Émerson João Soares.

Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), o trecho da rodovia em Pouso Alegre que dá acesso à Rodovia Fernão Dias é o mais movimentado. São cerca de 14,3 mil veículos todos os dias. Trânsito que acaba absorvendo parte da frota de Pouso Alegre por causa de bairros da cidade que ficaram às margens da rodovia.

A obra de recuperação da BR-459 está orçada em R$ 180 milhões, valor que inclui também obras em outras três rodovias que passam pelo Sul de Minas. As reformas começaram em fevereiro e o contrato de restauração e conservação tem duração de 5 anos. Ainda não há um prazo para o fim das obras.

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